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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Os Cegos e O Elefante

Reconhecendo no Escuro...

Namastê!

Existe uma antiga fábula ou lenda indiana que nos faz refletir sobre o julgamento que costumamos fazer diariamente. O elefante é um animal grande em tamanho e memória e bastante comum na Índia. Durante a vida, gastamos muita energia classificando tudo aquilo com que temos contato, como se fóssemos perfeitos em julgamento. De tanto julgar, acabamos julgados. Julgamos no escuro da mesma forma como julgamos de olhos físicos abertos. Quem muito julga, perde tempo de vida.

O IDCMEE traz essa pequena história, revelando ao leitor a imperfeição do julgamento humano e as suas consequências. Leia com carinho e discernimento. A mente aberta é fundamental para recebermos mensagens. Algumas vezes deixamos passar lindas mensagens por falta de atenção e por padrões de pensamento que enquadram e aprisionam o conhecimento que ainda está longe de estar maduro.

Agradeço ainda ao IVA que permitiu o meu primeiro contato com essa fábula indiana.

Os Cegos e O Elefante



Era uma vez seis amigos, todos cegos, que moravam na Índia - terra dos maiores animais da terra, os elefantes. Naturalmente, sendo cegos, os amigos não tinham a menor idéia de como era um elefante.

Um dia estavam sentados, conversando, quando escutaram um grande urro.
- Acho que está passando um elefante na rua. (Disse um deles).
- Então, é nossa chance de descobrir que tipo de criatura é esse tal de elefante. ( Disse outro).
E foram todos para a rua.
O primeiro cego esticou o braço e tocou na orelha do elefante.
- Ah! - Disse para si mesmo -, o elefante é uma coisa áspera, espalhada. É como um tapete.
O segundo cego pegou na tromba.
“Agora entendo”, pensou. “O elefante é uma coisa cumprida e redonda. É como uma cobra gigante”.
O terceiro cego pegou uma perna do elefante.
- Bom, eu jamais iria adivinhar! - espantou-se. - O elefante é alto e forte, igual a uma árvore.
O quarto cego pegou ao lado da barriga do elefante.
“Agora eu sei”, pensou. “O elefante é largo e liso, como uma parede”.
O quinto cego colocou a mão numa das presas.
- O elefante é um animal duro, pontudo, como uma lança - decidiu ele.
O sexto cego pegou no rabo do elefante.
- Ora, ora! - decepcionou-se. - Pode urrar bem forte, mas esse tal de elefante é apenas uma coisinha igual a uma cordinha fina!
Em seguida, sentaram-se juntos novamente, para conversarem sobre o elefante.
- Ele é áspero e espalhado, como um tapete! - disse o primeiro.
- Não, nada disso: ele é cumprido e roliço, como uma cobra - disse o segundo.
- Não fale uma bobagem dessas! - riu o terceiro. - Ele é alto e firme, como uma árvore!
- Ah, nada disso . resmungou o quarto. - Ele é largo e liso, como uma parede.
- Duro e pontudo, como uma lança! - gritou quinto.
- Fininho e cumprido, como uma cordinha! - berrou o sexto.
E aí começaram a brigar. Cada um insistia que tinha razão. Afinal, não o haviam tocado com as próprias mãos?
O dono do elefante ouviu a gritaria e chegou perto para ver que confusão era aquela.

- Cada um de vocês está certo, mas cada um de vocês está errado também - falou ele. - Um homem sozinho não consegue saber toda a verdade, só uma pequena parte. Porém, se trabalharmos juntos, cada um contribuindo com a sua parte para a formação do todo, aí sim poderemos obter sabedoria.

Em qualquer linha de pensamento, desde as Ciências a Arte, devemos evitar o julgamento e experimentar ao máximo.

Muita luz, paz e lucidez!

Rafael.
_________________________________

Instituto de Desenvolvimento Conscienciológico e Manifestação Espiritual Expressiva (IDCMEE)

Templo dos Espíritos (TE) - Consciência Astral.

Um comentário:

  1. Olá Rafael, só para constar... Esta parábola sobre os cegos e o elefante é apenas uma versão menos interessante que sua fonte original. A verdadeira história foi contada pelo próprio Buda Sidharta Gautama a seus discípulos, e se chama Lokaprajnaptisutra. É um Sutra de imensa sabedoria, e se puder leia o original, estou certo de que vai gostar. Abraço!

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