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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A Música e Os Seus Efeitos

O Embalo das Melodia, A Dança das Almas...

Namastê!

Enquanto conversa com uma amiga, recebi a indicação de um texto muito interessante; esse texto está sendo publicado no IDCMEE respeitando os direitos autorais e trazendo informações sobre a influência de ritmos e sons nos espíritos e nos corpos. A energização dos chackras através da música também é tratada com seriedade. Peço que leia com carinho esse texto de Guilherme de Abreu.


The MUSIC and Their Effects (1 - A) - A Música e os Seus Efeitos (1 - A)

A propósito do som, a ciência humana já comprovou em escala de vibrações que os valores sonoros vão de zero a 16 milhões de ciclos por segundo. O órgão auditivo só pode perceber de 16 a 32 mil ciclos. Os ultra-sons e infra-sons não excitam os nossos aparelhos auditivos, havendo uma infinidade de sons que não são captados por nós: certas frequências ultra-sónicas fazem a água entrar em ebulição e uma vara metálica ficar em alta temperatura, a ponto de nos queimar os dedos se a tocarmos. Com essas mesmas frequências, podemos cozer um ovo, eliminar bactérias e obter várias transformações químicas em vegetais.

Diante do exposto, podemos deduzir que todos os corpos têm a propriedade de gerar e receber frequências sonoras que se harmonizam ou não com o seu tom vibratório; os sons actuam com as suas vibrações nos demais corpos, afectando o ordenamento molecular, influindo nos processos físico-químicos, modelando formas geométricas e provocando fenómenos de atracção e repulsão, ou ainda influindo na coesão orgânica da matéria.

O que existe no som que “hipnotiza” os homens? O tom e o ritmo do som influenciam o tom e o ritmo do nosso ser. O espírito é acompanhado da capacidade de ressoar ao tom e ritmo que nos chegam pelos corpos subtis que “envolvem” a centelha espiritual. Essas capacidades da alma fazem com que nos sintamos atraídos por determinados tipos de sons: o canto dos pássaros, a voz do tenor, do barítono ou do soprano, a sonoridade do violino, do bandolim, do violoncelo ou piano, do trombone, da flauta ou tambor. Os sons que nos impressionam ressoam no nosso interior por similaridade de ritmos, de frequências. Certo está que o grau de evolução consciencial de cada ser, a sua personalidade, carácter e conjunto de valores, que antecedem a sua natureza psíquica e o seu temperamento ante os estímulos exteriores, se é delicado ou bruto, prático ou sonhador, de acordo com a sua condição vibratória interna, determinam a intensidade em que será afectado pelos estímulos sonoros externos.

O som é o Verbo Criador; daí não existir vida no Universo manifestado ou imanifestado no Cosmo, sem som próprio, que nada mais é do que as modulações e frequências que acompanham o tom vibratório de cada espírito imortal.

Além da atracção que sentimos pelas cores e sons fazer-nos imaginar algo misterioso por trás dos cromatismos e sonoridades astrais e metafísicas, a resposta às nossas perquirições é que a “linguagem” do som é a expressão da alma no Universo, da vida no Cosmo. Os diferentes planos de existência são expressos em som, em modalidades de frequências que não podemos sentir. No entanto, as manifestações exteriores da nossa vida de encarnado são tão rígidas e densas, que os “segredos” da natureza ficam debaixo de mais amplas percepções, como se estivéssemos soterrados numa montanha de pedregulhos que encobrem as pepitas destinadas às finas peças de ourivesaria do espírito.

Imaginemos o sistema planetário como uma cítara cósmica: cada planeta emitindo no seu lugar uma nota correspondente à sua posição na longitude da corda. Isso é o que Pitágoras denominou de “música das esferas”. Além de interferir na matéria, o som exerce influência nas correspondências físicas e mentais dos homens.

Se é possível a existência do que é “audível” para as almas, mas não é acompanhado pelos nossos ouvidos, devemos ser capazes de grandes realizações a partir disso. O som não é apenas como o entendemos, da maneira como nos comunicamos. Também é uma forma de contacto com dimensões ocultas e com o nosso interior mais profundo.

A fim de se tornar possível a compreensão deste tema pelas pessoas desconhecedoras da sabedoria espiritual, faz-se necessário apresentar a síntese explicativa dos Corpos Espirituais do Homem. Esses famosos veículos do homem [os sete “corpos subtis” ou “corpos energéticos” – veículos do espírito – são: o corpo físico, o corpo etérico, o corpo astral ou perispírito, o corpo mental inferior (ou concreto), o corpo mental superior (ou abstracto) ou (corpo causal), o corpo búdico e o corpo átmico].

Resumindo:

EU SUPERIOR – Individualidade
Corpo Átmico
Corpo Búdico
Corpo Mental Superior [ou Mental Abstracto ou Corpo Causal]

EU INFERIOR – Personalidade
Corpo Mental Inferior (ou Concreto)
Corpo Astral
Corpo Etérico
Corpo Físico

Alguns pesquisadores, dentro do pouco que ainda podem alcançar, têm revelado concepções inexactas e até contraditórias, devido às deficiências interpretativas visuais, aos inexactos simbolismos psicológicos e às dificuldades de relacionamento das forças vibratórias da Terra, da Natureza e do Cosmo, no metabolismo energético. Há que se ter em atenção que oscilações vibratórias coloridas, com uma tonalidade-base, são transformadas, consoante a utilização de energia superior ou inferior [pelo pensamento, por exemplo], no metabolismo energético. Em cada cor-base, alinha-se sete subníveis variantes dela mesma, daqui resultando 7x7= 49 coloridos diferentes. Observe-se no corpo duplo-etérico do nosso espírito, os sete chacras ou centros-de-forças-etéricas, começando de baixo para cima. No chacra básico, a principal tonalidade é a cor vermelha, constituída por sete variantes coloridas até chegar ao alaranjado correspondente ao chacra umbilical ou solar, com as suas sete variantes até ao amarelo, correspondente ao chacra esplénico, e assim sucessivamente até ao chacra coronário, correspondente ao cérebro superior.

De forma muito simples e rudimentar, certo de que existe dentro de cada tonalidade, uma infinidade de tons inimagináveis, movediços, e desconhecidos para os olhos mais subtis, exemplifica-se algumas vagas equivalências, entre tons musicais e correspondentes cores e vibrações nos Sete Chacras do Homem:

1 – Chacra Básico ou kundalíneo = DÓ = com 4 raios na figura de uma cruz numa cor vermelha alaranjada, com algumas fulgurações escarlates em tons fugidios incandescentes = força primária e poder criador;

2 – Chacra Esplénico = RÉ = com 7 raios ou pétalas = absorve o Prana [Prana é a energia vital proveniente do Sol] e revela sete matizes de cores na sua absorção prânica, que são o roxo, o azul, o verde, o amarelo, o alaranjado, o vermelho forte e o róseo, que constituem os sete tons fundamentais da síntese branca do Prana; embora cada chacra possa apresentar diversos matizes de cores, neste, a cor predominante sobre os outros matizes coloridos do chacra esplénico é o vermelho quase róseo, pois este é o alimento principal do sistema nervoso;

3 – Chacra Umbilical ou Solar = MI = apresenta 10 ondulações, raios ou pétalas, variando entre as cores vermelhas e os tons verde cor de ervilha;

4 – Chacra Cardíaco = FÁ = tons cor de ouro nas pessoas de sentimentos nobres e ternos = rosa-dourado = rosa-carmim = equilíbrio do corpo emocional = despertar da afectividade = amor puro;

5 – Chacra Laríngeo = SOL = a cor predominante é de um azul-claro, matizado de suave lilás ou tom violeta brando, mas o seu aspecto geral quando em boa disposição funcional, lembra a tonalidade prateada do formoso raio de luar pousado sobre o mar tranquilo = o poder do verbo puro = a palavra da verdade = traz o poder da clarividência e clariaudiência;

6 – Chacra Frontal = LÁ = com 96 raios = nele predomina a cor rósea amarela, matizada com um pouco de azul-violáceo = comanda a visão = ligação à glândula pineal e à hipófise = poder mental = percepções extra-sensoriais = limpeza espiritual profunda;

7 – Chacra Coronário = SI = situado no alto da cabeça, conhecido por “lótus de mil pétalas”, possui 960 raios principais e um centro menor em turbilhão colorido, apresentando 12 ondulações ou raios = é o elo de união entre a Mente Espiritual e o cérebro físico = é o centro responsável pela Sede da Consciência do Espírito = pode assumir as colorações mais exóticas e fascinantes, e o seu centro de diâmetro menor, apresenta-se numa cor branca, cor do lírio, luz cristal e deslumbrante, emitindo fulgores dourados cada vez mais belos = é o elo da consciência angélica com o mundo material = é a sede da alma = é a união com o Todo, o universalismo, a realização pessoal, a relação com o Pai, a ligação com o centro irradiante do Universo Maior.

OS SETE CORPOS ESPIRITUAIS DO HOMEM

Posições e vagas Equivalências entre Tons Musicais e correspondentes Cores e Vibrações

P

CHACRAS

CORPOS

TOM MUSICAL

COR BÁSICA

7

Coronário

Átmico

SI

Branca ‍‍‍☼ Dourados

6

Frontal

Búdico

Rósea-amarela violáceo

5

Laríngeo

Mental Superior

SOL

Azul-Prateado ~ Lilás

4

Cardíaco

Mental Inferior

Rosa-dourado-carmim

3

Umbilical

Astral

MI

Avermelhado ~ verde

2

Esplénico

Etérico

Vermelho → róseo

1

Básico

Físico

Vermelho alaranjado

Será possível darmos uma demonstração objectiva sobre essa variedade de som em diversos campos vibratórios?

Os clarividentes do nosso mundo devem compreender que, fundamentalmente, as sete notas musicais correspondem a sete sons e sete cores diferentes e igual a mesmo número de perfumes, temperaturas astrais, densidades e até volumes assinaláveis no éter. As incontáveis combinações melódicas que se produzem numa orquestração sinfónica, proporcionam aos olhos clarividentes, verdadeiros espectáculos feéricos de luzes, cores e perfumes, em face dos sons corresponderem a inúmeras outras vibrações. O “DÓ” é vermelho-fogo e corresponde à vibração física do mundo material; o “FÁ” é de um verde-seda e desperta o sentimento poético pela Natureza terrestre; o “SI” é azul-celeste e refere-se ao êxtase, à emoção espiritual. A composição musical em “Dó maior” apresenta um fundo constante de vermelho, que oscila entre o chamejante claro, até à cor de sangue escuro; predomina ao olfacto clarividente a tonalidade de um perfume enérgico, parecido ao cravo; a textura astral é compacta no volume, áspera no tacto e bem aquecida à recepção etérica. Sob esses aspectos, a música sob a regência de “Dó maior” manifesta-se para os espíritos primitivos do nosso mundo, livres no astral, como expressão sonora enérgica e mais ou menos física. No entanto, a composição em “Fá menor”, além da sua suavidade no campo físico para o ouvinte, no plano “etéreo-astral” manifesta uma sedativa e tranquila mensagem pastoral, lembrando o perfume das rosas, as cores das campinas verdejantes e uma temperatura refrescante. É mais um convite à doçura e à poesia, enquanto a tonalidade “Dó maior” expressa acentuada força algo física.

Fraternalmente, sou,
GUILHERME DE ABREU CORREIA
(Escritor Espiritualista Universalista)
Funchal - Ilha da Madeira (PORTUGAL)

Agradecemos por este maravilhoso e esclarecedor texto que servirá de objeto de estudo. O texto está escrito em português de Portugal.

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_________________________

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